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Currículo da Escola


Liberdade no currículo favorece novas aprendizagens
e capacita o aluno para o exercício da cidadania

Quando uma escola é montada, com ela devem existir todas as intenções educativas, o Projeto Político-Pedagógico (PPP), bem como os projetos a serem trabalhados e desenvolvidos pela instituição ao longo de cada ano letivo; que tipo de público a escola atenderá; quais as estruturas da mesma e uma série de outras importantes características que irão delinear o perfil da instituição.
Porém, é de praxe ver escolas constituindo uma matriz curricular, conforme os modelos de instituições mais antigas, mantendo as mesmas diretrizes e conteúdos já existentes.

Porém, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional defende a flexibilização dos currículos, a fim de que as escolas atendam, de forma direcionada, a população de alunos e pais, caminhando de acordo com os interesses dessa comunidade.

Os PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais – trazem em seu conteúdo todas as disciplinas a serem trabalhadas, sendo que cada uma delas é dividida por seus conteúdos específicos. Caso a escola queira alterar o teor desses, poderá elaborar sua grade, conforme o necessário.

Além dos parâmetros, os profissionais podem contar ainda com a diversidade dos temas transversais, a fim de enriquecer o trabalho, desenvolvendo projetos que alavanquem e aperfeiçoem seu ofício, além de instituir atitudes críticas nos cidadãos em formação. São eles: meio ambiente, pluralidade cultural, ética, orientação sexual, devendo valorizar os costumes estabelecidos no bairro bem como de sua população.

É importante que a escola perceba que na sua capacidade de agir desenvolverá conceitos e valores que levem à democratização do ensino, à boa formação do cidadão, dando a oportunidade dos alunos refletirem e criarem recursos para resolverem as questões sociais, problemas que necessitam de urgência para serem solucionados. Assim, abre-se espaço para discussão, para troca de idéias e para o compartilhamento de experiências.

Dessa forma, a instituição educativa passa de mera transmissora de conhecimento para a responsável em constituir cidadãos críticos e participativos, que debatem questões sociais, demonstrando preocupação com o mundo em que vivem, bem como com o futuro das nações.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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