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Português

Estratégias de Ensino

Nossa língua é um legado de diversidades múltiplas de linguagem e é dividida em duas partes: a fala e a escrita.

A princípio se definiu a fala como individual, algo próprio, passível de ser moldada, de acordo com os grupos lingüísticos.

 Já a escrita é social, a fim de termos uma convenção ao escrevermos, algo que será compreendido ao ser lido em todo âmbito social em que a língua é falada. No entanto, com o passar dos anos, falamos de discursos e tipologia de discurso, ou seja, dos tipos de comunicação existentes.

Há tipos de discurso para todas as ocasiões: para conversas formais e informais, com os colegas de sala, com os pais, msn, orkut.

Não falamos com o nosso professor assim como falamos com nosso pai, como também não vamos escrever uma carta a um amigo do mesmo modo que se fôssemos escrever ao presidente.

A linguagem dos internautas está sendo inserida nas salas de aula, porém de forma errônea, nas redações, por exemplo. Por isso, é tão importante trabalhar em sala os discursos lingüísticos, para que o jovem saiba que há meios sociais adequados para cada tipo de linguagem.

Ainda temos outra gama de conhecimento quando se trata da linguagem não-verbal: os quadrinhos, charges, gráficos, símbolos, arte, os gestos. A linguagem não verbalizada nos diz muito do que acontece em nosso meio social, principalmente através da mídia. Além disso, temos a combinação da linguagem verbal e não-verbal, que resulta na linguagem verbo-visual, muito utilizada pelos publicitários, os quais ao mesmo tempo trazem uma mensagem escrita, juntamente com o chamativo das cores e formas da imagem.

 É importante trabalhar o texto não-verbal em sala de aula, para os alunos desenvolverem a crítica a respeito da linguagem subliminar existente nesse tipo de discurso, utilizado além da mídia, também pela política.

Os surdos-mudos utilizam a linguagem dos gestos e é fundamental a eles, já que é sua própria fala. Utilizamos o gesto também como complemento da nossa fala.

Logo, a língua portuguesa é a própria essência de quem somos, já que está a nossa volta a todo tempo e lugar e é necessário trabalhar os vários tipos de linguagem pra que possamos, dessa forma, desenvolver cidadãos reflexivos e críticos de sua própria realidade.

Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

Artigos de Português

A fase da alfabetização e o “alfabeto de figuras”

A interdisciplinaridade com base nos gêneros textuais

A Língua Portuguesa sob a ótica da Linguística – abordagens metodológicas

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A prática docente com base nos temas transversais

A Reescrita de textos aprimora a produção textual

A subjetividade textual e o despertar da oralidade

Alunos com letra ilegível

Aprendendo sobre a linguagem jornalística em sala de aula

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Aprimorando práticas metodológicas com ênfase nos sinais de pontuação

Comentário Crítico-Reflexivo nos trabalhos manuscritos

Como fazer o aluno gostar de escrever?

Como usar os filmes de final de semana em sala de aula

Correção coletiva

Correção e reescrita

Desenho e música - Uma dica de prática para utilização da música em sala de aula

Desmitificar a redação dos vestibulares: uma incumbência do educador

Diário de redação - Aula prática para professores de primeira fase

Dicas de filmes sobre a temática literária e biografias

Discorrendo acerca de práticas metodológicas no âmbito da Literatura

Discussões metodológicas acerca do conceito de Literatura

Discutindo acerca de algumas metodologias com ênfase na oralidade

Diversificando as aulas de Redação – Uma proposta relevante

Jornal falado – notícias para a sala de aula!

Jornal impresso – inserindo a informação em sala de aula

Novas estratégias de ensino para as orações subordinadas

O Cantinho da leitura – um momento para relaxar

O Conto que eu li – incentivo à leitura e oratória.

O ensino das orações coordenadas e subordinadas – inovando metodologias

O ensino dos tempos verbais apenas como regra gramatical – uma discussão metodológica

O ensino gramatical contextualizado e o incentivo à pesquisa

O papel do educador frente à Nova Reforma Ortográfica

Os benefícios obtidos através dos gêneros que priorizam a oralidade

Os clássicos machadianos atuando na formação de leitores

Os gêneros textuais sob uma nova perspectiva de ensino

Os temas literários em conformidade com situações cotidianas e polêmicas

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Práticas didáticas inerentes ao ensino dos diferentes gêneros

Práticas metodológicas com ênfase nas relações intertextuais

Preconceito – um fato que deve ser trabalhado desde os primeiros anos

Propostas metodológicas a partir de um gênero narrativo – a crônica

Sugestão de aula sobre textos literários e não literários

Trocando experiências na aula de produção textual

Um trabalho interdisciplinar na voz de João Cabral de Melo Neto

Usando o texto instrucional para promover interação

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